17 de dezembro de 2015
4º período, o maldito

4º período, o maldito

É com a maior alegria do mundo que venho, por meio deste post, dizer que estou de férias. Uhul.

Mas olha… Eita período ruim hein? Meu Deus!! Seis meses de muito estresse, discussão, trabalho, correria, convivência com gente babaca, enfim, muita sofrência mesmo. Cheguei no período de A2 com as unhas quebrando e o cabelo caindo de tão irada que eu estava.

Tudo começou em junho, quando eu e meus amigos fomos montar nossa grade e graças a complicações com a faculdade, meu amigo não conseguiu fazer as inscrições nas disciplinas. Fora ele, outra amiga passou a ter algumas matérias separadas do restante do grupo por fazer jornalismo (começaram as matérias específicas). Conclusão, os zamigos separaram.

Eis que junto das matérias específicas, vieram muitos trabalhos em grupo. Eu odeio trabalho em grupo. Mas sabe o pior? Não eram trabalhos de até cinco ou seis pessoas, eram trabalhos de no MÍNIMO sete pessoas. Cheguei a pegar grupo com dez cabeças. Esse tipo de trabalho já é um ó, com pessoas desconhecidas então…

Resumindo, nesse semestre bati boca, briguei com coleguinhas, me estressei muito e, junto das minhas migas, carreguei muita gente safada nas costas garantindo vários 10’s para elas. Resumindo ainda mais, fui uma grande trouxa!!! Ou melhor, fomos né, eu e as meninas.

Mas é claro que, como tudo de ruim nessa vida, aprendi uma grande lição com essa agradável –sqn– experiência universitária (sim, enrolei com uma história que ninguém quer saber para finalmente chegar ao ponto chave desse post). Então se você está para entrar na faculdade, ou já está nela porém nunca passou por algo parecido, fica minha dica para esse tipo de situação: Não se importe muito menos se estresse, há uma simples e eficaz solução! Tire o nome do ser humano do grupo!! E não tenha pena, quem tem pena é galinha.

Tá certo

E é isso! 😀


26 de outubro de 2015
Transição capilar: Trança rastafari

Transição capilar: Mudanças drásticas

Eu nunca sei o que eu quero. Eita pessoa indecisa hein!

A pouco tempo fiz um post falando sobre o início da minha transição capilar (eis ele aqui), onde contei que, dentre vários caminhos que eu havia avaliado, acabei escolhendo passar pela transição com um tratamento do Beleza Natural, chamado super relaxante. É uma química doida, que promete vários resultados e benefícios que aparentemente não são verdades.

Depois de eu ter passado a tal química do super relaxante e cortado meu cabelo um pouco a cima do ombro, fui procurar saber mais sobre esse processo e ver a opinião de outras pessoas. Sim, só depois que fui ler a respeito. Idiota sim ou óbvio? Conclusão, não achei muitas coisas positivas. Na verdade, a grande maioria dos comentários eram críticas. E eu, rapidinho, decidi que não iria mais “tratar” lá.

Gastei grana e tempo atoa 🙁 Me vi perdida no meio de tanta informação sobre cabelos cacheados e crespos, sem entender nada. Admiro e bato palmas para essas meninas que passam pela transição apenas esperando a raiz crescer e tentando lidar com ela da melhor maneira possível, mas isso não dá para mim. Com 3 dedos eu já iria desistir. O bom é que há sempre uma luz no fim do túnel, não é?

Uma amiga da minha mãe me recomendou uma cabeleireira aqui do bairro, que é especializada nesse tipo de cabelo. Ela mesmo faz o cabelo com essa moça e aparentemente “ela é incrível, pode confiar”. E bom, eu fui lá ver qual é. Depois de muitas explicações, conversas e conselhos com a cabeleireira (que é realmente muito boa), decidi que iria trançar o cabelo, melhor dizendo, fazer a tal da trança rastafari. Eu fiz, já faz um tempo, e estou apaixonadaaaa! ♥.♥

Transição capilar: Trança rastafari

Transição capilar: Trança rastafari

Comecei trançando só na frente, no estilo nagô (não tenho foto para mostrar como estava 🙁 ), fiquei assim duas semanas e então trancei ele todinho, como está na foto. E olha… Foi a melhor coisa que já fiz. Achei que ficou muito lindo! É diferente, autêntico e muito prático. Acordo de manhã já pronta, ganhei até mais alguns minutinhos de sono. E o melhor é que não estou usando nenhum tipo de química, que é a ideia desde o início, e o cabelo cresce sem eu sentir. Aliás, está crescendo bem rápido.

Transição capilar: Trança rastafari

Transição capilar: Trança rastafari

Todo ser humano que se depara com meu cabelo pela primeira vez faz duas perguntas, que acredite se quiser, são sempre iguais. “Como você faz para lavar?” e “isso não pesa ou incomoda?”. É sempre a mesma coisa, estou até pensando em andar com uma plaquinha pendurada no pescoço já com as repostas.

Bom, para lavar é completamente normal. Massageio o couro cabeludo com as pontas dos dedos e puxo o shampoo para as tranças, como se fossem os fios mesmo. Uau né? Sobre pesar ou incomodar… No primeiro dia pesa e incomoda sim, e é até um pouco dolorido já que os fios são bem puxados. Mas logo no dia seguinte passa, pelo menos comigo passou, e fica bem natural.

Só que nem tudo nessa vida é perfeito. Para mim, os pontos positivos superam os negativo, mas mesmo assim eles existem e incomodam.  Por exemplo:

  • Preciso dormir todas as noites com um lenço na cabeça para não bagunçar as tranças.
  • Tenho que lavar o cabelo cedo, caso contrário ele não seca e isso dá cheirinho ruim.
  • Lavar é bem chatinho pois o início da trança requer muito cuidado e delicadeza para que o penteado dure.

Essas são, na minha opinião, as as partes mais chatinhas que uma trançada precisa aturar. Ah! Mas com certeza a o pior é o montar as tranças. Demora MUITO, muito mesmo. Fiquei, praticamente, o dia todo no salão hahaha. Mas fora isso, é tudo lindo e muito amor. E o legal é que dá para variar e brincar bastante com o estilo. Posso aumentar, diminuir, colocar algumas cores… Enfim, o que não falta é opção hahaha, assim a gente não enjoa não é? E eu pretendo ficar assim até meu cachinhos começarem a dar sinal de vida ♥.

Tem alguma trançada por aí? Me conta como foi/está sendo sua experiência!


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